Democracia Directa – Visão Cristã

Segundo a graça de Deus que me foi dada, eu, como sábio arquitecto, assentei o alicerce, mas outro edifica sobre ele. Mas veja cada um como edifica, pois ninguém pode pôr um alicerce diferente do que já foi posto: Jesus Cristo. (ICoríntios 3, 10-11)

A verdadeira natureza da chamada democracia parlamentar.

Uma análise crua do corporativismo par(a)lamentar das actuais falsas democracias ditas representativas – deixando claro quem elas representam realmente.

Qual é a fundação política e económica dos Estados democráticos modernos? Se a esquerda responde que é o «neoliberalismo», a direita não se cansa de apontar o carácter «socialista» do bicho. A esquerda centra-se num aspecto da questão; a direita noutro. O curioso é que, concentrando-se em aspectos distintos e considerando-os como fundamentalmente opostos, eles fazem parte da mesma doutrina: o corporativismo, ou fascismo económico.
O Estado moderno social-democrata, no seu aspecto interno, deve muito mais ao fascismo do que ao liberalismo ou ao socialismo. Em vez de abolir a propriedade privada e o mercado (ou de os respeitar e não intervir), o Estado tenta manipular e expropriar o seu potencial e virá-lo a seu favor. A única diferença substancial entre o fascismo vintage e o fascismo moderno é no aspecto global, mas o corporativismo continua mesmo aí na forma de neo-mercantilismo e imperialismo monetário (função que é quase inteiramente da responsabilidade dos EUA).
(…)
Os partidos do centro (PS e PSD) são ainda piores. Porque ao contrário da esquerda e da direita, estes dois partidos do centro abraçam os dois lados do fascismo económico, sem reservas. Não admira que, sendo governados por eles há trinta anos, o país esteja como está. O problema reside no que os iludidos democratas veneram como pilar da civilização: o parlamento. Não temos no parlamento uma única voz dissonante e crítica da cartilha corporativista: temos apenas facções dentro da mesma doutrina, cada uma lutando para levar a sua avante, inevitavelmente acabando por oferecer ao país as duas. Temos, por outras palavras, um parlamento de fascistas.

Um parlamento de fascistas(I)
publicado por Rui Rodrigues em 9 de Fevereiro de 2010,
no blogue Sem Governo

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Filed under: democracia, economia, perigos, política, , ,

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