Democracia Directa – Visão Cristã

Segundo a graça de Deus que me foi dada, eu, como sábio arquitecto, assentei o alicerce, mas outro edifica sobre ele. Mas veja cada um como edifica, pois ninguém pode pôr um alicerce diferente do que já foi posto: Jesus Cristo. (ICoríntios 3, 10-11)

Não será pela “divina” intercessão de

Maomé que, a força resultante da gravidade, deixará de se exercer na vertical.

«Se, agora, fazeis questão de saber por que motivo me agrada aparecer diante de vós com uma roupa tão extravagante, eu vo-lo direi em seguida, se tiverdes a gentileza de me prestar atenção. Não a atenção que costumais prestar aos oradores sacros, mas a que prestais aos charlatães, aos intrujões e aos bobos das ruas (…) porque me agrada ser convosco um tanto sofista: não da espécie dos que hoje não fazem senão imbuir as mentes juvenis de inúteis e difíceis bagatelas, ensinando-os a discutir com pertinácia. Ao contrário, pretendo imitar os antigos que, evitando o infame nome de filósofos, preferiram chamar-se sofistas, cuja principal cogitação consistia em elogiar os deuses e os heróis (…)»

Elogio da LoucuraErasmo

pêndulo

Na Turquia, Barack Hussein Obama – agora, eleito, não há problema em usar nome do meio – declarou que “os EUA como nação cristã” são “um mito”. Disse: “Embora tenhamos uma população cristã muito grande [de 75 a 80%], não nos consideramos uma nação cristã, judaica ou muçulmana” [mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinosos fundadores evangélicos dos EUAem estabelecerem uma colónia parao avanço da fé muçulmananem é o que existe desde sempre inscrito nas notas de dólar – “in God, we trust”]No passado dia 3 de Abril a Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como “uma nação cristã”. Como é evidente, nem isso é exclusivo dos americanos, a opinião livremente expressa vale, quando revela ser coincidente com a opinião que essas elites propugnam. Se não coincide, não vale.

A Constituição americana é datada “no ano de nosso Senhor, 1787 (…)” [o facto da referência não ser a Alá, Krishna ou Buda mas a Cristo, foi esquecimento e, a razão porque Obama efectuou o juramento com a mão sobre a Bíblia, uma concessão à tradição]

Tudo isto para não avocar todos os antecessores de Obama que “menos evoluídos, informados, inteligentes”, todos e cada um “lacaios das direitas religiosas” suas contemporâneas foram, melhor ou pior, governando os seus passos e largando para a posteridade que

George Washington – “É impossível governar, assertivamente, sem Deus e sem a Bíblia

John Adams – “Os princípios gerais sobre os quais, os fundadores dos EUA, obtiveram a independência foram os princípios gerais do Cristianismo

John Quincy Adams – “A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo

Andrew Jackson – “A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada a nossa República

Abraham Lincoln – “Inteligência, patriotismo, cristianismo e uma confiança firme n’ Aquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades actuais“. [As “dificuldades actuais”, a que Lincoln fazia menção, era a crença em que o cristianismo ajudaria a resolver favoravelmente a guerra civil – a guerra da Secessão – na qual mais de 600.000 americanos morreram]

Woodrow Wilson – “Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras

Franklin D. Roosevelt – “Hoje, o mundo inteiro está dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana – entre a brutalidade pagã e o ideal cristão

Harry S. Truman (em carta dirigida ao Papa Pio XII) – “Esta é uma nação cristã … os valorosos pioneiros que partiram da Europa para aqui estabelecerem colónias, declararam a sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio

John F. Kennedy – “(…) a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram os nossos antepassados é relevante em todo o mundo – a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus

Thomas Jefferson – “Será que as liberdades de uma nação ficam garantidas quando removemos a sua única base firme?

Em 2007, Obama confirmou essa opinião: “O que quer que tenhamos sido no passado (…) já não somos uma nação cristã“. Hussein Obama aceitou que os EUA foram uma nação cristã mas deixaram de o ser. Então quando terminou o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos – com a decisão da Corte Suprema em abolir as orações nas escolas em 1962,? em 1973, com a decisão de legalizar o aborto?

Obama, quando aflorou o assunto da “religião da paz”, disse: “Queremos transmitir o nosso apreço profundo para com a religião islâmica pelo muito que fez, durante tantos séculos, para moldar o mundo para melhor (…) inclusivamente no meu próprio país“.

O islamismo moldou os EUA para melhor?! se muitos dos princípios nos quais os EUA foram fundados e incorporaram – tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade – são detestáveis e inadmissíveis para o islamismo tradicional!

O conhecimento, entre outras coisas, também produz desprezo. A força resultante da gravidade funciona na vertical ao ponto considerado. É por isso mesmo que existe o movimento pendular. À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (estimada em 1 milhão) cresce, os americanos deparar-se-ão cada vez mais com a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé levaram para os EUA.

Graças a Deus!

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É que … votar não chega.

Se alguém se prepara para fazer opções políticas nas próximas eleições levando no subconsciente votar não chegaa ideia de que, qualquer que seja a sua opção, contorna, evita, se livra de “fortes políticas de contenção orçamental” e de uma concomitante elevação dos níveis de exigência de desempenho no privado, quer por parte dos empregadores quer dos empregados, “bem pode levar o cavalo para o estábulo não vá, o animal, constipar-se”.

Problema a resolver no próximo quadriénio (legislatura) [que subsistirá após a crise e que explica em parte apreciável os nossos fracos desempenhos até hoje mas que, fatalmente, terá de ser invertido] é a vaga de consciência das nossas debilidades estruturais: a vontade (além da retórica) de nos dispormos (todos) a ser menos contemporizadores, menos condescendentes com os poderes públicos tanto quanto exigentes connosco próprios ou seja, a assumpção das nossas responsabilidades na situação [dormimos na cama que fazemos].

Porque, se até agora foi assim, passada a crise assim não poderá mais continuar a ser ou seja, os “lençois são curtos”. Estamos submetidos a forças de inércia poderosíssimas, mas temos de interiorizar que temos de quebrar com algumas forças componentes (as da sociedade civil) e não podemos persistir em tergiversar com a força resultante (o Estado). Evidentemente que, esta inversão (figurada) dos factores, se deve à razão de, em Portugal, a sociedade civil ainda estar muito enfeudada ao Estado.

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A democracia não é um rebuçado.

Quando há mais ou menos quatro meses o José me telefonou para umas quantas elucubrações rebuçadosobre isto (a democracia por cá, a sua qualidade, “nós” e “eles”, o impasse, alternativas, a Democracia Directa …)… ele sabe, a minha primeira reacção foi de “gozo” … género: « …! em que mundo julga, que vive?!»

Essa minha primeira reacção não foi de resistência activa nem de incredulidade. Foi de previdência, de cautela por uma razão primeira:

a Democracia Directa é/será, a mais exigente e responsabilizadora forma de exercício de cidadania (e política) que pode haver além de outras razões mais que, por agora, não vêm ao caso (ficará para outras eventuais núpcias).

Logo nós que somos tão lestos a ficar de dedo em riste acusando terceiros e tão avessos a reconhecer as nossas próprias responsabilidades;

nós que tanto clamamos pelo Estado e o olhamos como um monstro;

nós que verberamos os propósitos e as acções ética e moralmente condenáveis “deles” e somos nós quem os vamos caucionando umas vezes por acção concordante outras por omissão negligente e cobarde;

nós que não nos convencemos que se a água do rio na foz é imunda fomos nós que, a montante, a fomos conspurcando.

A proposta de Democracia Directa é pois uma acção evangelizadora, educativa e, no contexto político português, muito difícil. É difícil porque é uma insurgência, uma rebelião ao âmago da estrutura do regime por consequência é um ataque a uma enorme rede de influências, amizades, favores, recompensas, reconhecimentos mútuos a centenas quiçá, milhares de petits pierrots que se estabeleceram por todo o organigrama institucional e regimental e pelo administrativo. De modo algum será por uns anos largos uma acção em que alguém de boa-fé possa presumir retirar vantagem. [estou por aqui por crer que, aqui, a ideia prevalecente é – ao contrário de outras onde me foi dado assistir a uma forma encapotada, sibilina, rasteira de achar maior protagonismo utilizando os demais como escadotes – a, por mim, enunciada]

O que vinha dizendo é tanto mais verdade que aqui a questão começa logo por uma enorme e aparente contradição que aparece na denominação – Democracia Directa /Visão Cristã. Esta “visão cristã” é redutora, exclusivista ou seja não inclusiva [estou a imaginar os comentários reactivos descuidando a denotação e exagerando por hemiplegia intelectual ou outra a conotação]? Eu próprio me questionei. Não é! A “cristandade”, para o ser, não pode obliterar o ecumenismo porque a essência do cristão é diálogo e entendimento (tudo o mais que a isso se possa acrescentar é outra coisa qualquer a que se pode chamar de cristão mas que, muito provavelmente, será propriedade de instituições – sejam elas quais forem).

Há no entanto limites (e não são poucos). Sucede é que, esses limites, radicam em uma outra série de questões que nada têm a ver com a visão cristã das coisas, mas com as contradições de essas mesmas propostas.

Voltaremos.

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